domingo, 27 de julho de 2008




Tempo

Tempo que para na mata
Que cala a matraca dos neurônios
Sem tempo
Atemporal
Sem rumo
Tridimensional
Cadê?
Atrás da pedra...
Sacola
Relógio


O tempo suspirando entre o que existe e não existe
“A linha de mistério e fogo”
Sumiu tudo
Ficou Mudo o mundo
Tornei-me humilde
Perdida sem cem palavras
Calada em mim mesma
Conectada

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Roberta Roldão

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